A “Ditabranda” do Otavinho.
Na semana passada, em editorial, a nossa sempre amiga FSP aprontou mais uma das suas. En passant, como quem compra pão querendo comer o padeiro, os editores da Folha usaram o termo “Ditabranda” para se referirem ao Regime de Exceção que vigorou em nosso país de 1964 a 1989 (Nova Republica é o caralho do Irineu, aquele que te comeu. Sarney pode ter sido um Presidente Civil, mas foi eleito indiretamente).
Ditabranda… Que neologismo patético. O que vem a ser isso, amiguinhos? Isso é o que chamamos de Revisionismo Histórico. Um revisionista é um salafrário que tenta apagar a memória daquilo que aconteceu através de novas interpretações dos processos históricos. No caso, Otavinho, garotinho nascido nos Jardins e criado na base de pão-doce, coca-cola, vitamina de mamão e yakult, (Não aqueles chambitos de merda. Não senhor. Yakult mesmo. Daqueles que as tias passavam de carrinho vendendo na rua e que eram caros pra caralho), junto de seus intrépidos amiginhos Elinho, Elianinha, Barbarica, Clóvinho e toda a tchurma da Folhinha, tentou aprontar uma peraltice das boas: Dizer que a ditadura militar brasileira foi light, coisa pouca, meio malemolente, pacífica e ordeira. E que por tudo isso deveria ser reclassificada como uma “Ditabranda”.
Vamos colocar dessa maneira: Otavinho, ao fazer isso, pegou milhares de pessoas que sofreram abusos direta ou indiretamente durante a “Ditabranda”, colocou-as de joelho à sua frente e as estapeou com um salmão defumado. Pegou suas histórias de resistência e de luta, as saudades de amantes, pais e filhos de desaparecidos, o sentimento de revolta dos injustiçados, e com uma risadinha marota, jogou no chão e defecou em cima. E sua turminha do barulho aplaudiu efusivamente. Esse é o Otavinho. Tal como o pai, um moleque travesso.
O uso de um neologismo rasteiro como esse não é de surpreender. Esse papel de enrolar peixe já há muito busca justificar a adesão vergonhosa do Grupo Folha aos porões da ditaDURA. É sabido que o grupo folha manteve relações carnais com os militares, oferecendo a folha da manhã como principal porta-voz da ditaDURA militar. Também é sabido que a folha emprestava suas Peruas C-14 para que os torturadores da OBAN pudessem aproximar-se despercebidos de suas vítimas. Também é sabido que a participação do Frias Pai nas reuniões dos empresários financiadores da OBAN era militante e apaixonada. Era sabido também que a mãe to Otavinho foi comprada de um puteiro por um litro de cachaça e meia-dúzias de galinhas. Humm… Não, não é sabido. Essa eu vou guardar para uma biografia não autorizada: “entre gansos e gorilas. Um relato do amor bestial”.
Em suma, o seu Frias fez fortuna lambendo as botas ensangüentadas de velhos pedófilos travestidos de generais. Nenhuma novidade. Nem é novidade ver a FSP vir em defesa do revisionismo histórico. A boa novidade disso tudo é ver as máscaras de imparcialidade da mídia corporativa finalmente caindo, mostrando em seu lugar um focinho coberto de baba e sangue, pronto para partir em defesa da amaldiçoada elite Brasileira e de seus valores mesquinhos e putrefatos. A mesma elite que, para defender as torturas e a execuções de seus cães de guerra, insistia em apontar para as ditaDURAS de esquerda, como se a mera existência delas justificasse os estupros, as violações dos direitos humanos, a supressão dos direitos civis, os assassinatos e os exílios. Exatamente a mesma tática estapafúrdia que Otavinho usou ao desqualificar publicamente Fábio Konder Comparato. Neste Episódio a FSP assume o papel orwelliano de MINIVER, um ministério da verdade que se especializa em enrabar a verdade e a memória com um vibrador atômico.
Não sou ateu. Realmente gosto de pensar que há um inferno onde a alma do velho Frias está sendo posta à mesa temperada com sêmem e pus, tudo para o divertimento dos demônios. No entanto, sabendo que ele era, é mais provável que tenha se tornado um Arquiduque das hostes infernais, assumindo pra si toda a propaganda política de Lúcifer. Chupar a rola do capeta não seria, nem de longe, a coisa mais suja no que o velho Frias já meteu a boca.
Em suma, aqui deixo meu protesto kabrunquiano: Otavinho, nunca existiu uma Ditamole. A única coisa mole aqui é esse oxiúro pálido e repulsivo que você chama de pinto. Você é tão boçal que quando tem diarréia fica com moleira na cabeça. A “ditabranda” assassinou, estuprou e roubou a vida de milhares de seres humanos, desestruturou famílias e gerou órfãos sem fim. Você não pode sentir compaixão por essas pessoas visto que é um parasito, e parasitas não sentem empatia por nada nem por ninguém. Mas elas existem. E sabem quem você é e o que o bastardo filho de uma égua sifilítica do seu pai era. Filho de Verme, verminho é. Pega o seu revisionismo, empana ele com caco de vidro e enfia no rabo até mijar sangue pelo toba, seu merda sem alma.
Na semana passada, em editorial, a nossa sempre amiga FSP aprontou mais uma das suas. En passant, como quem compra pão querendo comer o padeiro, os editores da Folha usaram o termo “Ditabranda” para se referirem ao Regime de Exceção que vigorou em nosso país de 1964 a 1989 (Nova Republica é o caralho do Irineu, aquele que te comeu. Sarney pode ter sido um Presidente Civil, mas foi eleito indiretamente).
Ditabranda… Que neologismo patético. O que vem a ser isso, amiguinhos? Isso é o que chamamos de Revisionismo Histórico. Um revisionista é um salafrário que tenta apagar a memória daquilo que aconteceu através de novas interpretações dos processos históricos. No caso, Otavinho, garotinho nascido nos Jardins e criado na base de pão-doce, coca-cola, vitamina de mamão e yakult, (Não aqueles chambitos de merda. Não senhor. Yakult mesmo. Daqueles que as tias passavam de carrinho vendendo na rua e que eram caros pra caralho), junto de seus intrépidos amiginhos Elinho, Elianinha, Barbarica, Clóvinho e toda a tchurma da Folhinha, tentou aprontar uma peraltice das boas: Dizer que a ditadura militar brasileira foi light, coisa pouca, meio malemolente, pacífica e ordeira. E que por tudo isso deveria ser reclassificada como uma “Ditabranda”.
Vamos colocar dessa maneira: Otavinho, ao fazer isso, pegou milhares de pessoas que sofreram abusos direta ou indiretamente durante a “Ditabranda”, colocou-as de joelho à sua frente e as estapeou com um salmão defumado. Pegou suas histórias de resistência e de luta, as saudades de amantes, pais e filhos de desaparecidos, o sentimento de revolta dos injustiçados, e com uma risadinha marota, jogou no chão e defecou em cima. E sua turminha do barulho aplaudiu efusivamente. Esse é o Otavinho. Tal como o pai, um moleque travesso.
O uso de um neologismo rasteiro como esse não é de surpreender. Esse papel de enrolar peixe já há muito busca justificar a adesão vergonhosa do Grupo Folha aos porões da ditaDURA. É sabido que o grupo folha manteve relações carnais com os militares, oferecendo a folha da manhã como principal porta-voz da ditaDURA militar. Também é sabido que a folha emprestava suas Peruas C-14 para que os torturadores da OBAN pudessem aproximar-se despercebidos de suas vítimas. Também é sabido que a participação do Frias Pai nas reuniões dos empresários financiadores da OBAN era militante e apaixonada. Era sabido também que a mãe to Otavinho foi comprada de um puteiro por um litro de cachaça e meia-dúzias de galinhas. Humm… Não, não é sabido. Essa eu vou guardar para uma biografia não autorizada: “entre gansos e gorilas. Um relato do amor bestial”.
Em suma, o seu Frias fez fortuna lambendo as botas ensangüentadas de velhos pedófilos travestidos de generais. Nenhuma novidade. Nem é novidade ver a FSP vir em defesa do revisionismo histórico. A boa novidade disso tudo é ver as máscaras de imparcialidade da mídia corporativa finalmente caindo, mostrando em seu lugar um focinho coberto de baba e sangue, pronto para partir em defesa da amaldiçoada elite Brasileira e de seus valores mesquinhos e putrefatos. A mesma elite que, para defender as torturas e a execuções de seus cães de guerra, insistia em apontar para as ditaDURAS de esquerda, como se a mera existência delas justificasse os estupros, as violações dos direitos humanos, a supressão dos direitos civis, os assassinatos e os exílios. Exatamente a mesma tática estapafúrdia que Otavinho usou ao desqualificar publicamente Fábio Konder Comparato. Neste Episódio a FSP assume o papel orwelliano de MINIVER, um ministério da verdade que se especializa em enrabar a verdade e a memória com um vibrador atômico.
Não sou ateu. Realmente gosto de pensar que há um inferno onde a alma do velho Frias está sendo posta à mesa temperada com sêmem e pus, tudo para o divertimento dos demônios. No entanto, sabendo que ele era, é mais provável que tenha se tornado um Arquiduque das hostes infernais, assumindo pra si toda a propaganda política de Lúcifer. Chupar a rola do capeta não seria, nem de longe, a coisa mais suja no que o velho Frias já meteu a boca.
Em suma, aqui deixo meu protesto kabrunquiano: Otavinho, nunca existiu uma Ditamole. A única coisa mole aqui é esse oxiúro pálido e repulsivo que você chama de pinto. Você é tão boçal que quando tem diarréia fica com moleira na cabeça. A “ditabranda” assassinou, estuprou e roubou a vida de milhares de seres humanos, desestruturou famílias e gerou órfãos sem fim. Você não pode sentir compaixão por essas pessoas visto que é um parasito, e parasitas não sentem empatia por nada nem por ninguém. Mas elas existem. E sabem quem você é e o que o bastardo filho de uma égua sifilítica do seu pai era. Filho de Verme, verminho é. Pega o seu revisionismo, empana ele com caco de vidro e enfia no rabo até mijar sangue pelo toba, seu merda sem alma.